A EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI
Segundo Frigoto, o governo Lula não deu continuidade a nenhum projeto educacional que se colocasse de forma antagônica aos interesses burgueses, no conteúdo, no método e nem na forma. A proposta apresentada na eleição de Lula não trouxe mudanças nas relações de classes, marcadas pela exploração da burguesia.
No governo Lula, no que diz respeito à educação podemos Citar:
Durante o Governo Lula (2002 - 2010) podemos citar as seguintes mudanças no âmbito educacional :
- A criação de novas universidades publicas (mantidas pelo Estado) Investimentos na educação de jovens e adultos, indígenas e afrodescendentes.
- A substituição do antigo FUNDEF, restrito ao ensino fundamental, pelo FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) como mecanismo de financiamento de toda a educação básica — a educação infantil e os ensinos fundamental e médio.
- A valorização do magistério, viabilizado por meio da formação de professores, inicial e continuada, e da fixação do piso salarial para o magistério da educação básica.
Nesse período é claro observarmos o interesse crescente das empresas privadas com relação à Educação, como negócio. Com a crescente participação de empresas no âmbito da Educação e valorização das chamadas parcerias público x privada.
Essas parcerias do ensino superior se dão através de : PROUNI, (Programa universidade para todos)
REUNI (Reestruturação e Expansão das Universidades Federais)
EAD (Educação à distância)
FIES (O Fundo de financiamento ao estudante do ensino superior)
Algumas concepções que justificariam as parcerias com o setor privado:
1. Defendem que a escola pública é ineficiente por si só.
2. Ofensiva conservadora contra a formação teórica do professor, deixando de ensinar as técnicas do “bem ensinar”.
3. Políticas de prêmios às escolas, que alcançam melhor desempenho, remunerando os professores de acordo com a produtividade.
1. Defendem que a escola pública é ineficiente por si só.
2. Ofensiva conservadora contra a formação teórica do professor, deixando de ensinar as técnicas do “bem ensinar”.
3. Políticas de prêmios às escolas, que alcançam melhor desempenho, remunerando os professores de acordo com a produtividade.







